Estoril Open – Gastão Elias perde com Mathieu por 2-0 (6-3, 6-4)

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Dois dias depois de vencer o torneio Challenge de Turim e um dia depois de garantir o histórico 94º lugar no ranking ATP, (pela primeira Vez Gastão está no top 100 e pela primeira vez, que me lembre, temos 2 Portugueses nessa posição de destaque), Gastão Elias jogou a primeira eliminatória do “Estoril Open”, frente a um jogador que apesar da sua idade (34 anos), e de já ter estado no top 15 do ranking (12º foi a sua melhor classificação) ocupava o sexagésimo lugar no ranking o que dava algum alento ao jogador Português.

É verdade que o passado recente não era bom para o jogador Português, pois em terra batida tinha sido batido sempre pelo adversário Francês, mas as emoções dos últimos dias traziam uma nova espectativa para este jovem Português.

Mas o que se passou foi mais um jogo de dominio de Mathieu. A experiência do Francês, e  o cansaço de Elias (jogou a final de Turim no último Domingo) e a falta de experiência em torneios deste tipo, aliado à maior experiência do Francês podem ser aspectos que expliquem a dertota de Gastão Elias nesta fase ainda inicial do torneio. O atleta Português até deu boa réplica, tendo disputado ambos os sets, mas notou-se a menor experiência do atleta de 24 anos frente a um jogador com outra experiência nestes palcos, quandono segundo set, estando a perder por 4-3 conseguiu um break, empatando o set, não conseguindo no entanto ganhar o seu serviço quando esteve na frente com 40-15. Depois, a vencer por 5-4 e com jogo de serviço o adversário conseguiu fechar a partida com 2-0, com parciais de 6-3 e 6-4.

Não tem sido um bom torneio para os Portugueses, que já perderam todos os seus atletas, com excepção para o melhor tenista Português de sempre João Sousa, que entra na segunda ronde frente ao número 71 do Mundo Almagro num duelo Ibérico o segundo do Espanhol, depois de ter batido na primeira eliminatória Frederico Silva, dando poucas hipóteses ao jovem Português com um parcial de 6-3 e 6-2. Elias e Sousa ainda estão em prova no concurso de pares também, tal como Felipe Cunha-Silva e Frederico Gil que jogam ainda hoje.

Num certame cheio de emoção é com pena que temos visto os atletas Portugueses a ficar pelo caminho. Esperamos que João Sousa em singulares e alguma das duas duplas que ainda temos em pares, consiga elevar o nome do ténis Português ao mais alto nível, quem sabe até ao título final, que nunca foi conquistado por atletas nacionais.

 

César Escobar

 

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