Uefa Youth League – Bayer Leverkusen vs Benfica

Sem Títulov vcj,

 

O dia Europeu para o Benfica começou ao início da tarde com o jogo das jovens águias frente ao Bayer Leverkusen para a Uefa Youth League. Benfica que vinha de um empate em casa frente ao Zenit, joga frente ao Leverkusen que na primeira jornada foi a França perder com o Mónaco. Um jogo importante para as duas equipas que necessitavam de uma vitória para não ver fugir o Mónaco que à hora do início da partida já tinha vencido na Rússia o Zenit (3-0), assegurando assim o primeiro lugar ao final desta jornada com 6 pontos.

Os 11 iniciais foram os seguintes:

Leverkusen: Bade; Vinčazević, Schneider, Schneider e Schneider; Frey, Rother, Richter e Senic; Henrichs e Brasnic;

Benfica: André Ferreira; Hugo Santos, Ricardo Carvalho, João Lima e Yuri Ribeiro; Gilson Costa, Renato Sanches e Romário Baldé; Diogo Gonçalves, Diogo Gonçalves e Gonçalo Rodrigues;

Entraram mais pressionantes os Alemães no jogo, com mais bola, mais balanceados no ataque, enquanto o Benfica fechava bem as suas linhas e apostava em acções de contra-ataque para tentar apanhar em contra-pé a equipa Alemã. A verdade é que a primeira jogada de grande perigo foi um contra-ataque do Benfica com Romário Baldé a ficar isolado perante Bade, mas com uma grande defesa do guarda-redes Alemão a impedir o primeiro golo da partida. O Benfica ganhava confiança e soltava-se mais no jogo. O jogo estava numa fase equilibrada, agradável, de parada e resposta, mas aos 20 minutos, num lance duvidoso na área do Benfica o árbitro a marcar uma grande penalidade para o Bayer por suposta mão de Ricardo Carvalho. Penalty que Brasnic não falhou. O Benfica reagiu e subiu mais no terreno, pressionando mais perto os jogadores de do Leverkusen não dando muito espaço para que os Alemães conseguissem fazer o seu jogo. O equilibrio continuou a ser a nota dominante de um jogo agradável de seguir e aberto, mas aos 39 minutos, uma mão na bola de Rother impediu que a bola entrasse na baliza. Grande penalidade para o Benfica e segundo amarelo e consequente expulsão para o jogador Alemão. Mas na marca dos do penalty Diogo Gonçalves permitiu mais uma grande defesa de Bade, mantendo assim os Alemães na frente da partida. Chegou assim ao intervalo um jogo bem disputado, onde a diferença esteve claramente no aproveitamento das oportunidades.

Entraram bem no segundo tempo as jovens àguias criando boas situações de golo, mas não conseguindo marcar. Neste momento o Benfica dominava a partida. Só faltava o golo. Golo esse que surgiu aos 8 minutos do segundo tempo, por João Carvalho depois de um belo lance de ataque da equipa Portuguesa. Estava dada alguma justiça ao marcador, mas o Benfica queria mais e foi apertando com o seu adversário, que não parecia encontrar argumentos para contrariar o futebol Benfiquista, principalmente depois de ter ficado com 10 jogadores.E foram precisos apenas 2 minutos para João Carvalho bisar na partida, após mais uma grande jogada de Renato Sanches que cruzou para o 10 do Benfica ter apenas que encostar para colocar o Benfica na frente do jogo. A vencer os encarnados baixaram um pouco o ritmo de jogo, mas continuaram sempre a ser mais perigosos que a equipa Alemã que sentia demasiado a falta de Rother. E foi com naturalidade que o Benfica chegou aos dois de vantagem , aos 72 minutos, após mais uma bela jogada de Renato Sanches que meteu em Romário que passou por um defesa e fez o 3º golo do Benfica. Até ao final, o Benfica, mesmo jogando a  um ritmo mais lento, foi quem criou mais hipóteses para aumentar ainda mais o score desta partida. Mas no último lance, uma grande penalidade para o Bayer a castigar uma falta de André Ferreira deu o segundo golo aos Alemães, novamente por Brasnic que ainda permitiu a primeira defesa ao guardião Português, mas foi mais rápido na recarga fazendo assim o 3-2 final.

Um jogo onde venceu a melhor equipa. O Bayer foi mais forte apenas nos primeiros 10 minutos com uma bela entrada. Depois os encarnados foram equilibrando e começaram a  ficar mais perto da baliza Alemã. Estiveram a perder, com um golo de grande penalidade, num lance algo duvidoso, mas esse lance foi um click que fez com que a equipa Portuguesa dominasse a partida a partir desse momento. Ainda falharam uma grande penalidade e mais uma mão cheia de lances, mas fizeram 3 golos que garantiram os necessários 3 pontos aos Portugueses. A margem mínima acaba por ser uma vantagem curta para o que se passou, mas o que interessa no final é a vitória e a garantia de terminar a segunda jornada no segundo lugar. Em perspectiva dois grandes jogos entre Benfica e Mónaco, aquelas que parecem ser as duas equipas mais fortes deste grupo. Uma palavra para a grande exibição de Renato Sanches, um poço de força no meio campo Português, que esteve nos três golos da equipa e ajudou as jovens águias a controlarem e vencerem um jogo que inicialmente parecia muito difícil.

César Escobar

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Uefa Youth League — Sporting vs Chelsea

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A segunda jornada da Uefa Youth League teve apenas uma equipa portuguesa a jogar em casa. O Sporting recebia o Chelsea. Duas equipas que na primeira jornada vinham de vitórias e em que um triunfo colocaria a equipa que o conseguisse numa boa situação na luta por um lugar na segunda fase.

Os 11 iniciais foram os seguintes:

Sporting: Pedro Silva; Serrano, Ivanildo Fernandes, Bruno Wilson e Gonçalo Araújo; Diogo Barbosa, Pedro Ferreira e José Correia; Luís Eloi, Ronaldo Tavares e Lisandro Semedo.

Chelsea: Thompson; Tomori, Aina, Christensen e Dasilva; Colkett, Loftus-Cheek, Abraham e Brown; Musonda e Solanke.

O jogo começou com um erro tremendo do guarda-redes Sportinguista, que cometeu uma grande penalidade infantil logo aos 2 minutos. Penalty que Colkett não desperdiçou e colocou os Ingleses a vencer logo no início do jogo. A entrada dos Ingleses foi tremenda e logo aos 7 minutos chegaram ao segundo golo, num remate de longe bem colocado por intermédio de Musonda. A tarefa dos jovens Leões que já se afigurava difícil ficava ainda mais complicada logo no início do jogo. Reagiram bem os jogadores do Sporting, conseguindo por momentos sacudir a maior pressão dos jogadores Ingleses, mas rapidamente os jogadores do Chelsea, mais confiantes no jogo, voltaram a ficar por cima no jogo criando muitos problemas à defensiva Leonina. E esse domínio acabou por se confirmar em mais dois golos em dois minutos. Primeiro um erro defensivo da equipa do Sporting a deixar Colkett cruzar a vontade dentro da área e Abraham a não dar hipóteses à boca da baliza, depois por Solanke que respondeu da melhor maneira a um cruzamento de Abraham, fazendo assim o quarto golo dos Ingleses. Após esta vantagem de quatro golos a equipa Inglesa continuou a dominar o jogo, mas baixou claramente o ritmo, sendo sempre, no entanto a equipa mais perigosa em campo. Uma vantagem merecida ao intervalo, da única equipa que criou reais lances de perigo. Com o jogo quase perdido, a equipa do Sporting teria que mostrar uma outra face na segunda parte, pois em jogo está a honra da equipa.

O segundo tempo começou da pior forma para a equipa Portuguesa. Uma grande jogada individual de Abraham que fez um remate colocadíssimo sem qualquer hipóteses para Pedro Silva, fazendo o seu segundo golo na partida, quinto para os Ingleses. Após o golo Inglês a equipa do Sporting tentou sacudir a pressão sem nunca conseguir criar grande perigo para a baliza do Chelsea, enquanto por seu lado os Ingleses baixaram muito o ritmo de jogo, jogando a ritmo de treino, mas sempre mais perigosos e com mais bola que os Portugueses. O jogo entrou numa fase de menor fulgor. Até ao final da partida poucos motivos de interesse com os Ingleses sempre por cima do jogo, não dando espaço a qualquer veleidade para os jovens Leões. O jogo chegou assim ao final com uma vantagem de 5 golos sem resposta para o Chelsea.

O Chelsea venceu e convenceu num jogo em que foi sempre mais forte que o Sporting, criando sempre mais perigo que os Leões que praticamente não incomodaram Thompson. Os Portugueses foram demasiado macios, cometeram demasiados erros, que não são aceitáveis a este nível, num jogo que correu mal em todos os aspectos. Um jogo para relembrar mas não repetir para a equipa verde e branca.

César Escobar